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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Registro-SP tenta barrar construção de presídio





JOSÉ MARIA TOMAZELA - Agência Estado
Prefeitos e vereadores do Vale do Ribeira, na região sul do Estado de São Paulo, querem convencer o governo estadual a desistir de instalar uma penitenciária em Registro, a principal cidade da região. A alegação é a de que toda a área é de proteção ambiental, concentrando as maiores reservas de Mata Atlântica do Estado, e tem poucos presos. A região é a única do Estado que ainda não tem presídios.
O assunto foi levado ao Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal do Vale do Ribeira (Codivar), que reúne 23 municípios, pela prefeita de Registro, Sandra Kennedy (PT). Segundo ela, o projeto prevê uma unidade para 750 presos, o dobro de toda a população encarcerada na região. "Isto abriria a possibilidade para que presidiários de outras regiões venham para o presídio regional, causando problemas sociais e de segurança, visto que o crime organizado poderá aqui se instalar", argumentou. O governo estadual já entrou na Secretaria Estadual de Meio Ambiente com pedido de licença ambiental para construir o presídio.
Para o presidente da União dos Vereadores do Vale do Ribeira (Uvevar), Fred Simões (PP), no momento em que a Secretaria de Segurança Pública do Estado extingue as delegacias da Polícia Civil em cidades com menos de 10 mil habitantes, seria inoportuno instalar um presídio numa área com predominância de pequenas cidades. A Câmara de Registro prepara um documento a ser entregue ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), que estará na cidade em abril. Entre outros pontos, os vereadores vão apontar que a área escolhida para a construção abriga nascentes que provavelmente serão afetadas.


Fonte:




http://www.estadao.com.br/noticias/geral,registro-sp-tenta-barrar-construcao-de-presidio,696817,0.htm




24 de março de 2011 | 17h 12

Prefeitos tentam barrar construção de presídio no VALE DO RIBEIRA

- O Estado de S.Paulo


Prefeitos e vereadores do Vale do Ribeira, no sul do Estado de São Paulo, querem convencer o governo estadual a desistir de instalar uma penitenciária em Registro, a principal cidade da região. A alegação é a de que, além de ser toda em área de proteção ambiental, a região tem poucos presos. O Vale do Ribeira é a única área do Estado que ainda não tem presídios. Segundo a prefeita de Registro, Sandra Kennedy (PT), o projeto prevê uma unidade para 750 presos, o dobro de toda a população encarcerada na região.


Fonte:


http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110325/not_imp697045,0.php


25 de março de 2011 | 0h 00

Presos aproveitam banho de sol para escapar do presídio semiaberto de Mongaguá

Dois presos conseguiram escapar do Centro de Progressão Penitenciária Dr Rubens Aleixo Sendin de Mongaguá, no Litoral Sul, na manhã desta quarta-feira. A fuga ocorreu por volta das 7h30, quando os detentos são liberados para o banho de sol. Eles aproveitaram este momento para pular as grades do presídio.

Do lado de fora, eles eram aguardados a poucos metros, em frente à Fundação Casa, por um carro com três homens armados, que atiram nos agentes penitenciários.

Como o presídio é semiaberto, os detentos são obrigados a ficar no complexo durante a noite. De dia, eles podem sair para trabalhar. Mas muitos não têm trabalho, e ficam no presídio durante todo o tempo.

A Secretaria de Administração Penitenciária informa que, cumprindo a lei, os vigillantes da unidade trabalham desarmados. Durante os disparos na fuga dos presos, um vigilante ficou ferido e foi encaminhado ao hospital com suspeita de fratura no braço

Fonte:


Quarta-feira, 6 de abril de 2011 - 13h00
Litoral Sul

TV Tribuna

Dupla foge de penitenciária de São Vicente

São Vicente





Os presos Marcelo da Silva Cabral e José Francisco dos Santos Junior fugiram, pela porta da frente, da Penitenciária I “Dr. Geraldo A.Vieira”, em São Vicente, por volta das 13h30 desta segunda-feira.

Os dois detentos trabalhavam na limpeza do presídio no momento da fuga. Eles aproveitaram a distração do carcereiro e tiveram a ajuda de uma terceira pessoa, que esperava com um carro ligado do lado de fora da unidade.

Os Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária (guardas de muralha)
efetuaram tiros de advertência e a Polícia Militar foi imediatamente
comunicada para ajudar nas buscas.

A Corregedoria Administrativa do Sistema Penitenciário vai apurar em
que circunstâncias se deu a fuga.


Fonte:

De A Tribuna On-line

Com informações da TV Tribuna

Segunda-feira, 17 de maio de 2010 - 19h10

Detento pula muro e foge de presídio semiaberto de Mongaguá

Litoral Sul




Um preso conseguiu fugir na madrugada desta quinta-feira do presídio semiaberto de Mongaguá. Ele pulou o muro e saiu. O vigia chegou a ver o detento, mas não conseguiu impedir que ele escapasse.


Fonte:

TV Tribuna
Quinta-feira, 1 de abril de 2010 - 13h38

Presos fogem de presídio em Mongaguá

Dois homens tentaram fugir do Presídio Semi-Aberto Rubens Aleixo Sendim, em Mongaguá, no início da madrugada desta segunda-feira. A ação foi facilitada por um homem armado que alvejou a muralha do presídio, encurralando os guardas.

Um dos presos conseguiu fugir. O outro, que também tentou a fuga, acabou rendido pelos próprios policiais. Ainda não há informações do paradeiro do foragido. O caso segue em investigação pela Polícia Civil da Cidade.


De acordo com as informações da Polícia Militar, por volta da 0 hora, um homem não identificado, conduzindo uma moto, se aproximou da entrada do presídio e efetuou diversos disparos com arma de fogo. Os seguranças e guardas das guaritas localizada sobre o muro não puderam revidar e ficaram acuados. Enquanto isso, dois homens pulavam as grades de proteção do local. Um deles obteve êxito.

O que conseguiu fugir subiu na garupa da moto e fugiu sem deixar pistas da localização. Os guardas e policiais do complexo, que chegaram a revidar em alguns momentos, não ficaram feridos. O local recebeu reforço do policiamento durante a madrugada.

O caso está sendo acompanhado e passa a ser investigado pela Polícia Civil de Mongaguá, que não possui informações do bandido que facilitou a fuga.



Fonte:

A Tribuna On-line

Segunda-feira, 13 de setembro de 2010 - 08h25

Superlotação facilita rebeliões e fugas em cadeias e penitenciárias de SP

Diversas cidades do estado enfrentam problemas nas unidades prisionais.
Secretaria tem 100 mil vagas para presos, mas abriga 163 mil.


A superlotação de cadeias e penitenciárias de várias cidades de São Paulo contribui para fugas e rebeliões, aumentando a insegurança de quem vive perto delas. Em todo o estado, a Secretaria de Administração Penitenciária tem 100 mil vagas para presos, mas mantém sob custódia 163 mil pessoas.
A Cadeia Pública de Barretos incomoda os comerciantes da cidade. “A insegurança é total, a qualquer momento pode haver fuga, rebelião”, contou o comerciante Cícero Pinto, dono de um quiosque de lanches. No dia 11 de fevereiro, 43 presos fugiram de uma só vez. Na noite da fuga, 96 detentos dividiam as celas. A capacidade é de apenas 45.
“Nós já tivemos tentativas através de túneis, serrando grades, as tentativas são quase que semanais em virtude do alto índice de presos que ali ocupam e também pela fragilidade do próprio prédio”, diz o delegado João Osisnki.
A área atendida pela Seccional de Barretos não tem Centro de Detenção Provisória. Os presos aguardam o julgamento em cadeias, todas superlotadas.
O problema atinge cidades de outras regiões. Em São Manuel, no fim do ano passado 219 presos se rebelaram na cadeia da cidade, que tem capacidade para apenas 40 homens. Para tentar resolver o problema, parte dos detentos foi transferida para outras cadeias do interior.
Em Rincão, a Justiça determinou o fechamento da cadeia da cidade a partir do mês que vem por segurança. Em outubro, nove detentos fugiram do local, que 12 vagas, apesar de abrigar 22 detentos.
Na região Oeste, das 19 unidades prisionais, 16 estão com lotação acima da capacidade. Em Dracena, estão 1.238 presos onde cabem 768. As penitenciárias do Noroeste do estado também têm o problema – são 7.029 vagas, mas a lotação é de 10.678 detentos.
Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Barretos, a solução dos problemas vai além da construção de unidades prisionais. “É preciso fazer com que esses presos que ali estão tenham uma atividade. Hoje os presos em cadeias e penitenciárias ficam a maior parte do tempo parados”, afirmou Merhej Najm Neto.
A Secretaria da Segurança Pública, responsável pelas cadeias, disse que não há previsão de reforma nas unidades e que os presos são transferidos quando há vagas disponíveis nas penitenciárias.
A Secretaria de Administração Penitenciária disse que, apesar da superpopulação, as unidades funcionam dentro do padrão de segurança e que vai investir R$ 1,5 bilhão na construção de 49 unidades.

Fonte:

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/02/superlotacao-facilita-rebelioes-e-fugas-em-cadeias-e-penitenciarias-de-sp.html